LIMPA&BRILHA: A SUA CASA/ESCRITÓRIO A BRILHAR E VOCÊ A POUPAR!!!

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LIMPA&BRILHA

SERVIÇOS: * LIMPEZA GERAL *MANUTENÇÃO *DESINFECÇÃO *LAVAGENS *ENCERAMENTOS
*LIMPEZAS EM CASAS ACABADAS DE CONSTRUIR
*LAVAGEM DE ROUPA *ENGOMADORIA

Estamos cientes que hoje mais do que nunca as pessoas/empresários têm cada vez menos tempo para se dedicarem ao serviços de limpeza quer das suas casas ou escritórios, e é aqui que queremos ocupar na sua vida um espaço de dedicação, cumplicidade e confiança, prestando-lhe os melhores serviços ao mais baixo custo!!!!

LIMPA&BRILHA Você a poupar e a sua casa/escritório a brilhar!!!!

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limpa-brilha@live.com.pt

# Posté le jeudi 24 juillet 2008 06:11

PARA ALÉM DO TRABALHO

PARA ALÉM DO TRABALHO
Para além de ulilizar este blog como meio publicitário o objectivo é tambem promover os concelhos de Santo Tirso, Paços de Ferreira, Trofa, Vizela, Guimarães, V. N. Famalicão, Valongo, Lousada e Vila do Conde por serem concelhos da nossa area de trabalho!!!

Para todos os habitantes e empresários destes concelhos tudo de bom é o nosso desejo!!!

Sempre ao dispor
!!!!

www.portugal-real.skyrock.com
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# Posté le vendredi 25 juillet 2008 08:25

Modifié le vendredi 25 juillet 2008 08:57

SANTO TIRSO!!!

SANTO TIRSO!!!
www.valedoave.skyrock.com

Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

Na sede do concelho, a cidade de Santo Tirso, merecem visita os seguintes lugares: Parque D. Maria II, jardins da Praça do Município, a capelinha da Sr.ª da Piedade e ainda o Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre
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# Posté le vendredi 25 juillet 2008 08:36

Modifié le vendredi 25 juillet 2008 08:55

PAÇOS DE FERREIRA!!!

PAÇOS DE FERREIRA!!!
Paços de Ferreira, concelho do vale do sousa normalmente conhecido por Capitar do móvel, é um concelho em franco crescimento sendo o 8.º mais jovem do país, é rico na industria de mobiliário tendo mesmo a mais rica exposição do móvel do país exportando para a europa e todo mundo!!!

Com a inauguração do novo edifício dos paços dos concelho, aquele que serviu e orgulhou os pacenses no último século assume funções como Museu Municipal.
O Concelho de Paços de Ferreira conta agora com um espaço repositório da memória das artes e ofícios e da cultura pacense, com particular destaque para a indústria do mobiliário.
Tendo como principal objectivo assumir-se como centro interpretativo do concelho desde as origens do seu povoamento até à idade contemporânea. Inaugurado a 6 de Novembro de 2001 e instalado no nobre edifício, que até 20 de Maio de 1997 foi câmara Municipal, propõe-se prosseguir e aprofundar o cumprimento dos programas sócio-culturais da Autarquia, como instituição destinada a preservar, investigar, expor e divulgar os seus valores patrimoniais, em comunicação permanente com a comunidade.
As suas colecções pretendem identificar a herança de uma sociedade rural, que foi progressivamente modelando um território aparentemente circunscrito com os seus montes, os seus campos, os seus rebanhos e o seu artesanato, mas sempre interligado por múltiplas relações de curta, média e longa distância, com que se teceram mais de seis milénios de história colectiva. Sublinhando os seus momentos exponenciais, como se tratasse da leitura sumária de um corte estratigráfico ou da observação do nascimento e desabrochar duma árvore frondosa, onde se vai destacar o desenvolvimento de um ramo, industrial, como insígnia do progresso concelhio.
As ferramentas expostas constituem a sequência da transformação da matéria prima, a madeira, até alguns dos seus possíveis destinos, como a construção e, em particular, o mobiliário.
Dentro do mobiliário, destaca-se o mobiliário escolar que permite simultaneamente olhar a constituição de um espaço específico para o ensino e a aprendizagem das crianças e para a forma como essa educação era concebida pelos pedagogos e assimilada pela sociedade
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# Posté le vendredi 25 juillet 2008 08:44

Modifié le vendredi 25 juillet 2008 09:41

TROFA

TROFA
Apesar de ser um concelho recente e de nunca ter usufruído de autonomia administrativa até 19 de Novembro de 1998, o percurso histórico da Trofa é longo e anterior à própria constituição da Nacionalidade.

Crê-se que uma das primeiras citações conhecidas está integrada num documento de escritura do mosteiro de Moreira (Maia) datado do ano de 979). Este documento refere Alvarelhos (alvarelios), S. Cristóvão do Muro (sanctum christoforum) e Cedões (zadones - localizado na freguesia de Santiago de Bougado).

Contudo, o povoamento de todo este território actualmente conhecido como concelho da Trofa remonta a milhares de anos atrás. Prova disso são os trinta e quatro machados de bronze encontrados em S. Martinho de Bougado, no lugar de Abelheira, que hoje se encontram na Sociedade Martins Sarmento em Guimarães, a mamoa encontrada próximo da Estação da Trofa, destruída entretanto, as inscrições rupestres na aldeia da Maganha ou o emblemático castro de Alvarelhos (classificado como "Monumento Nacional" desde 1910), um povoado fortificado que veio a adquirir grande importância quando, depois de conquistada a Península Ibérica, a administração romana decidiu construir aquele que se manteve até hoje como um dos eixos estruturantes do território da Trofa - a estrada que liga o Porto a Braga (Cale a Bracara Augusta).

Localizada num vasto território, vinculado ao grupo étnico dos madequisenses, que se estendia do Oceano Atlântico à Serra da Agrela e do Rio Leça ao rio Ave, esta ampla terra, fértil em recursos naturais, foi sendo, ao longo de mais de 160 anos, administrativamente dividida entre os concelhos da Maia, de Vila do Conde, de Santo Tirso e finalmente da Trofa.

Em meados do séc. XIII, nas Inquirições de D. Afonso III, este território é referido como Terra da Maia, julgado, e assim se mantém até 1384, ano em que é integrado no termo do Porto. Em 1527, D. Manuel atribui foral à Terra e Concelho da Maia, confirmando assim velhos privilégios de uma terra que se vai manter eminentemente rural até ao advento do liberalismo. No séc. XVIII, nas "memórias paroquiais", as oito freguesias da Trofa mantêm-se no centro deste território, mas as suas referências estão limitadas aos rios Ave e Leça, às serras de Covelas e Cidai e, ainda e sempre, à estrada Porto/Braga que atravessa o Ave no lugar do Vau (Santiago de Bougado) ou na Ponte da Lagoncinha (Lousado, Famalicão).

Em 1809, as tropas comandadas pelo General Soult, entram pela fronteira de Chaves e dirigem-se a Braga. Aqui, na Trofa, organizam o ataque à cidade do Porto, dividindo-se em três colunas. A do meio, "aproveitando a velha via romana que ligava as cidades de Braga e Porto, iria atravessar o Ave no lugar do Vau e na Barca da Trofa1" , mas encontrou forte resistência das gentes locais, como refere o próprio Soult nas suas memórias: "A minha coluna do centro viu-se detida na Barca da Trofa pelo inimigo. Teve de subir o rio para forçar a ponte da Goncinha que estava barricada e defendida por fortes entrincheiramentos."
Deste episódio restam marcas comemorativas no lugar da Barca, no Souto de Bairros e em Lantemil, sendo estes dois últimos os locais de acampamento do exército invasor.

Também o séc. XIX e o liberalismo deixaram marcas profundas neste antigo território.
Com a reforma administrativa, a comarca do Porto passa a ter vinte e dois concelhos, sendo elevados a esta categoria muitas honras e coutos que nunca tinham tido Carta de Foral. É assim que a par de antigos concelhos como o da Maia e de Refoios de Riba d'Ave, surge o de Santo Tirso, antigo couto. Em 21 de Março de 1835, D. Maria II cria o julgado de Santo Tirso, composto pelos concelhos de Negrelos, Rebordões, Refoios, Roriz, Santo Tirso e ainda por treze freguesias desanexadas ao concelho da Maia, entre as quais as oito que actualmente constituem o concelho da Trofa2.

Mas com o séc. XIX, chegou também o progresso e a inovação tecnológica e industrial.
A reforma da estrada nacional Porto/Braga, a construção das vias férreas Trofa/Fafe e Porto/Braga na segunda metade do séc. XIX, com as consequentes construções de duas obras de arte (a ponte pênsil para o trânsito rodoviário e a ponte sobre o Ave para o ferroviário), e mais tarde a estrada Santo Tirso/Vila do Conde, esquartejaram a freguesia rural de S. Martinho de Bougado, mas constituíram factor predominante na industrialização do Vale do Ave, deixando uma marca estruturante neste território e, posteriormente, na cidade e no concelho da Trofa.

Já em pleno séc. XX, resultado do processo de industrialização que avassalou toda esta bacia, caracterizada por uma forte implantação de indústrias têxteis, da própria agricultura intensiva e da densidade demográfica, este território modifica-se.
A qualidade da água do rio Ave e seus afluentes foi sofrendo uma depreciação significativa, bem como os ecossistemas aquáticos, ribeirinhos e terrestres associados. As actividades económicas e recreativas que se desenvolviam ao longo das suas margens foram-se degradando e desvalorizando. É assim que desaparecem as azenhas, os engenhos de linho, as serras hidráulicas e os pisões; as explorações agrícolas e a mancha florestal contígua e, obviamente, as praias fluviais do Bicho, de Bairros e da Barca. A população, consternada com o processo de degradação do rio Ave, foi virando as costas ao rio, privando-se e privando-o de toda uma vivência que, inconscientemente, contribuiu para a aceleração deste processo.

Actualmente, o concelho da Trofa possui órgãos municipais próprios com autonomia administrativa e financeira, atribuições e competências. E, não obstante as carências financeiras, humanas e técnicas com que se depara actualmente o Poder Local (que, não raro, dificultam o cumprimento das atribuições das autarquias na sua plenitude), a Trofa é, no presente, um município solidário que trabalha pela modernização, reestruturação e requalificação urbanística, pela defesa do património natural e histórico-cultural e pela preservação da sua identidade
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# Posté le vendredi 25 juillet 2008 09:01